Feeds:
Posts
Comentários

Após cada campanha de ataques contra ela, a Igreja sempre aparece mais forte e esplendorosa do que antes

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

A saraivada de notícias que, nas últimas semanas, tenta macular a Igreja Católica, tomando por motivo abusos de crianças cometidos por parte de sacerdotes católicos, atinge um clímax inacreditável.

Decididos a não deixar morrer a fogueira que acenderam, vários órgãos de comunicação social têm se dedicado a investigar o passado, à procura de novas alegações que envolvam o Vigário de Cristo na Terra, o Papa Bento XVI, no que, aliás, têm falhado rotundamente.

Que haja padres despreparados e indignos, ninguém o pode negar; que abusos horríveis foram cometidos, e certamente até em número superior ao registrado, é preciso reconhecer. Mas utilizar falhas gravíssimas, mas circunstanciais, relativas a uma minoria de clérigos, para enxovalhar toda a classe sacerdotal é uma injustiça. E usar isso como pretexto para tentar derrubar a Igreja é diabólico.

Aliás, quanto mais o espírito libertário, relativista e neopagão de nossa época se infiltra na Igreja, tanto mais é de temer que aconteçam crimes de pedofilia. Daí mesmo a necessidade de implantar nos seminários um sistema rigoroso de seleção, de modo a só admitir como candidato ao sacerdócio quem não tenha a propensão de pactuar com o mundo, mas queira ensinar a prática da doutrina católica em toda a sua pureza e dar o exemplo.

A atual campanha publicitária contra a Igreja faz-nos esquecer uma verdade da qual a história nos dá um inequívoco testemunho: foi a Igreja Católica que livrou o mundo da imoralidade, e é porque está rejeitando a Igreja que o mundo tem afundado novamente no lodo do qual foi resgatado.

Baixe o Pdf completo do documento

Mons. João Clá Dias

Mons. João Clá S. DiasMons. João Scognamiglio Clá Dias é natural de S. Paulo, Brasil, tendo nascido a 15 de agosto de 1939. Seus pais, António Clá Dias e Annitta Scognamiglio Clá Dias, constituíam uma família de imigrantes europeus (o pai era espanhol, originário de Cádiz e a mãe, italiana, é natural de Roma), na qual a fé católica, herdada de seus maiores, era ainda muito viva.

Esse vigor da Fé manifestou-se desde cedo no jovem João, pois, já nos bancos escolares procurava organizar com seus colegas um movimento para dar aos jovens uma orientação virtuosa à existência. Fez parte das Congregações Marianas e, a convite de um professor, ingressou, em 23 de maio de 1956, na Ordem Terceira do Carmo, dos PP. Carmelitas da antiga observância, na cidade de S. Paulo, fato que marcou sua vida.

Fez os seus estudos secundários no Colégio Estadual Roosevelt e cursou Direito na tradicional Faculdade do Largo de São Francisco, de São Paulo. Durante os estudos superiores, destacou-se como um ativo líder universitário católico nos convulsionados anos que precederam a revolução da Sorbonne, de maio de 1968.

Mons. João S. Clá Dias é cônego honorário da Basílica Papal de Santa Maria Maior, em Roma, e Protonotário Apostólico. Formou-se em Filosofia e, em Teologia, pelo Centro Universitário Ítalo-Brasilero, de São Paulo; é licenciado em Humanidades pela Pontificia Universidad Católica Madre y Maestra, da República Dominicana, e também é Mestre em Direito Canônico pelo Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico do Rio de Janeiro.

Seu intenso desejo de dedicar a vida ao apostolado, na fidelidade ao magistério da Cátedra de Pedro, somado à consciência vívida da necessidade de um profundo conhecimento doutrinário, o levou a realizar estudos teológicos tomistas com grandes catedráticos de Salamanca (Espanha), como o Pe. Arturo Alonso Lobo O.P., o Pe. Marcelino Cabreros de Anta C.M.F., o Pe. Victorino Rodríguez y Rodríguez O.P., o Pe. Esteban Gómez O.P., o Pe. Antonio Royo Marín O.P., o Pe. Teófilo Urdánoz O.P. e o Pe. Armando Bandera O.P. Como demonstração de profundo agradecimento aos seus mestres, divulgou anos depois as biografias de vários deles, com edições na Espanha e nos Estados Unidos: “Antonio Royo Marín, mestre de espiritualidade, brilhante pregador e famoso escritor”, “Pe. Cabreros de Anta CMF, firme pilar do Direito Canônico em nosso século”.

O fruto desses estudos foi a fundação, mais tarde, de institutos, com vista à formação intelectual e doutrinária dos Arautos do Evangelho: o Instituto Filosófico Aristotélico Tomista (IFAT) e o Instituto Teológico São Tomás de Aquino, assim como o Instituto Filosófico-Teológico Santa Escolástica, para o ramo feminino, e a Faculdade Arautos do Evangelho, que se inicia com os cursos de Filosofia e Teologia.
Vendo que a música seria um eficaz meio de evangelização, aperfeiçoou seus conhecimentos com o renomado maestro Miguel Arqueróns, regente do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo.
Seu anseio de perfeição o levou, em 1970, a iniciar uma experiência de vida comunitária, em um antigo imóvel beneditino, em São Paulo. Dos primeiros companheiros, ninguém perseverou. Porém, após numerosas dificuldades, aquela experiência adquiriu solidez, dando origem ao movimento de evangelização dirigido por Mons. João Clá. Multiplicaram-se, a partir deste foco originário, casas de vida comunitária onde seus membros se dedicam à oração e ao estudo como preparação para a ação evangelizadora. Juridicamente, tomou a forma de uma Associação Privada de Fiéis, os Arautos do Evangelho, na diocese de Campo Limpo (Brasil). E em decorrência de sua implantação em outros 20 países, foi reconhecido pelo Pontifício Conselho dos Leigos, em 22 de fevereiro de 2001, como uma Associação Internacional de Direito Pontifício, que hoje estende suas atividades a 57 países, nos cinco continentes. Pouco depois, o Vicariato de Roma confiou aos Arautos do Evangelho o encargo da igreja de S. Benedetto in Piscinula.

Mons. João Clá Dias é fundador e o atual Presidente-Geral dos Arautos do Evangelho.
Organizou também um ramo feminino dos Arautos, o qual concretizou – de modo semelhante, mas separadamente do ramo masculino – o ideal de vida comunitária, como meio de alcançar a santidade e melhor se preparar para a missão evangelizadora. Do ramo feminino dos Arautos nasceu mais tarde a Sociedade de Vida Apostólica Regina Virginum, que foi erigida canonicamente na diocese de Campo Limpo, por D. Emilio Pignoli.

O desejo de uma maior entrega ao Senhor e aos irmãos levou Mons. João Clá a se preparar para o ministério sacerdotal, junto com alguns de seus companheiros. Sendo uma das origens remotas dos Arautos do Evangelho a Ordem Terceira do Carmo, foi um prelado carmelitano, D. Lucio Angelo Renna, à época bispo de Avezzano, na Itália, que acolheu os primeiros sacerdotes desta Associação. Foram ordenados presbíteros, juntamente com Mons. João Clá, a 15 de junho de 2005, na mesma Basílica do Carmo onde quase 50 anos antes ele começara suas atividades a serviço da Igreja e dos irmãos. Honrou a cerimônia com sua presença o cardeal D. Cláudio Hummes, sendo concelebrantes mais sete bispos e setenta sacerdotes.

Estes primeiros sacerdotes dos Arautos do Evangelho constituíram a Sociedade Clerical de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli, a qual foi canonicamente erigida pelo próprio bispo de Avezzano, D. Lucio Renna. Mons. João Clá Dias, sendo fundador de Virgo Flos Carmeli é atualmente seu Superior-Geral.
No âmbito dos Arautos do Evangelho, organizou cerca de 50 coros e bandas nos países onde atuam. É regente do Coro e Orquestra Internacional dos Arautos do Evangelho, que já realizou turnês em vários países da Europa e das Américas.

Escreveu obras de grande divulgação (chegando algumas a superar um milhão de exemplares), publicadas em português, espanhol, inglês, italiano, francês, polonês e albanês: “Fátima, aurora do terceiro milênio”, “O Rosário, a oração da paz”, “Sagrado Coração de Jesus, tesouro de bondade e de amor”, “Medalha Milagrosa, história e celestiais promessas”, “Via Sacra”, “Jacinta e Francisco, prediletos de Maria”, “Orações para o dia-a-dia”, “Mãe do Bom Conselho”, “Dona Lucilia” e “Comentários ao Pequeno Ofício da Imaculada Conceição”.

Mons. João Clá é membro da Sociedade Internacional Tomás de Aquino, da Academia Marial de Aparecida, e da Pontifícia Academia da Imaculada. Foi condecorado em diversos países por sua atividade cultural e científica, recebendo a Medalha de Ciências do México e o título de Doutor Honoris Causa, outorgado pelo Centro Universitário Ítalo-Brasileiro, de São Paulo.

É fundador e colaborador da revista mensal Arautos do Evangelho, publicada em inglês, português, espanhol e italiano, totalizando cerca 700 mil exemplares de tiragem. Nela mantém, desde 2002, a seção “Comentário ao Evangelho”. Também a revista acadêmica “Lumen Veritatis”, da qual é colaborador, publicada pela Faculdade Arautos do Evangelho, saiu a lume em outubro de 2007, graças ao seu estímulo.

Para auxiliar obras de apostolado carentes, criou na Associação Arautos do Evangelho, no Brasil, o fundo de assistência “Misericórdia”, o qual coleta doações por meio de mala direta.
Em 2005, sob o seu impulso e orientação iniciou as atividades letivas, em São Paulo, o Colégio Arautos do Evangelho Internacional.

A construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, no Seminário dos Arautos do Evangelho, foi sua mais recente realização, estando também quase concluído, graças à sua iniciativa, o Mosteiro do Monte Carmelo, da Sociedade Regina Virginum.

Roma, 14 de setembro de 2008 (Arautos do Evangelho) – Hoje de manhã, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP, fundador e presidente-geral de Arautos do Evangelho, associação internacional de fiéis de direito pontifício, foi admitido no Cabido Liberiano da Basílica Papal de Santa Maria Maior.
Mons. João Clá Dias, EP, foi criado cônego honorário da referida Basílica Papal, por Bula do Papa Bento XVI, tendo sido admitido perante o Cabido, presidido pelo arciprestre, o Emmo. Cardeal Francis Bernard Law, numa solene cerimônia realizada às 9:00 na Capela Sforza. Em seguida, procedeu-se à Celebração Eucarística, no altar papal, presidida pelo Emmo. Cardeal Law e concelebrada por Mons. João Clá, pelos membros do Cabido Liberiano e numerosos sacerdotes. Os fiéis lotaram completamente a grandiosa Basílica para assistir à celebração da Eucaristia.
A origem do Cabido Liberiano remonta ao século XII, contando atualmente com 31 Cônegos, 7 dos quais são honorários. Por tratar-se de uma Basílica Papal, os membros do Cabido são criados pelo Sumo Pontífice, sendo-lhes conferida a dignidade de Protonotários Apostólicos supranumerários.
Santa Maria Maior é uma das quatro basílicas papais de Roma, junto com a de São Pedro, São João de Latrão e São Paulo Extramuros. A construção iniciou-se no ano de 360, por iniciativa do Papa Libério, mas quem lhe deu um impulso decisivo foi o Papa Sixto III, no século V, pouco depois de ter sido definido o dogma da Maternidade Divina da Santíssima Virgem, no Concílio de Efeso.
Nesta histórica e belíssima basílica, encontram-se expostas à veneração dos fiéis algumas das mais veneráveis relíquias da Cristandade: as tábuas da Manjedoura do Presépio, em que repousou Jesus Menino na noite de Natal.
Uma das interessantes características de Sta. Maria Maior é a de ter o campanário mais alto de Roma, com cerca de 75 m de altura.

Pe. João S. Clá Días. Presidente Geral e Fundador dos Arautos do Evangelio

São Paulo – (25.07.08).- (TV Arautos). O Título de Doutor Honoris Causa é atribuido à personalidade que tenha se distinguido pelo saber ou, pela atuação em prol das artes, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos.
Num reconhecimento pelo trabalho que o Pe. João S. Clá Dias realiza através da arte, das letras e da cultura em geral, o Centro Universitário Ítalo Brasileiro conferiu-lhe no último dia 25 de julho, o título de Doutor Honoris Causa.
A entrega da honraria aconteceu durante a Santa Missa que marcou a abertura do V Congresso de Cooperadores dos Arautos do Evangelho, na Igreja Nossa Senhora do Rosário.
Segundo o Reitor da Uniitalo, Marcos Antonio Gagliardi Cascino, a instituição decidiu prestar esta homenagem ao Pe. João Clá que, por meio da cultura, busca a evangelização.
Ainda segundo o Reitor, este é o primeiro título Honoris Causa atribuído a uma personalidade nascida no Brasil entre os três que já foram outorgados pela Uniítalo. “A outorga deste título é estarmos próximos aos Arautos e participarmos efetivamente deste movimento de evangelização, de uma forma ou de outra através da Uniítalo”.
Os Arautos evangelizam também através da arte, com encenações teatrais e música.

Este é um trabalho que tem como finalidade promover a santificação pessoal utilizando a música e a cultura em geral como meio de evangelização.

Pe. João Clá recebe o titulo Honoris Causa

Pe. João Clá recebe o título Honoris Causa

Por estes motivos, o título de Doutor Honoris Causa foi atribuído ao Padre João Clá Dias, segundo a Uniitalo, pela excelência em termos de cultura, ciência e fé.
“ Poder contar no campo no campo da cultura com o título de Doutor Honoris Causa de uma instituição de tal peso, traz muita importância para o nosso apostolado e um apostolado também no campo da cultura. Querer afirmar como fazem alguns que há uma distinção, que há uma separação, que há uma incongruência as vezes entre a fé e a razão, entre religião e cultura, é uma insensatez monumental porque a cultura sai das mãos de Deus, a razão sai das mãos de Deus, a fé sai das mãos de Deus, a religião sai das mãos de Deus. Não é possível que em Deus exista esta contradição: o que Ele faz com uma das mãos seja contrário ao que Ele faz com a outra. Essas duas mãos de Deus, fé e razão, cultura, ciência e religião, estão inteiramente unidas”, disse Padre João.

Fonte: TV Arautos

Visita de dom Claudio ao Seminario dos Arautos

Celebração de dom Claudio no Seminario dos Arautos

São Paulo, Brasil (5/08/2008).- (TV Arautos). Os Arautos do Evangelho receberam no último dia 4 de agosto, o prefeito para a Congregação do Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, no seu centro de formação “Monte Thabor”, localizado na Serra nda Cantareira, na grande São Paulo.

Esta foi a segunda visita que o Cardeal fez e desta vez, conheceu a igreja Nossa Senhora do Rosário, que na sua última visita, ainda estava em construção.

No final da tarde, o cardeal presidiu a santa missa e no final da celebração, recebeu de presente, um báculo, símbolo do pastor.

Em entrevista a TV Arautos, Dom Cláudio falou sobre os seus 50 anos de sacerdócio, seu trabalho na prefeitura da Congregação para o Clero e sobre a labor que os Arautos do Evangelho está desenvolvendo. “Quando fui ordenado sacerdote, as coisas eram muito diferentes, e claro que mudaram para melhor. Hoje estando a frente da Congregação para o Clero, tenho contato com padres de diferentes partes do mundo através dos bispos que fazem a visita ‘ad limina’ e nos procuram para falar sobre o trabalho que estão realizando. Realmente para mim é uma excelente oportunidade de conhecer um pouco mais a realidade da Igreja nas mais diversas nações.

E os Arautos do Evangelho estão de parabéns pelo excelente trabalho que estão realizando no campo da evangelização e, agora com padres próprios. espero que outras vocações surjam rapidamente para esta linda obra”, comentou.

Padre João Clá Dias, presidente e fundador dos Arautos, disse durante a missa, que Dom Cláudio é como um pai já que a obra nasceu na época em que era arcebispo de São Paulo. “Para nós é muito importante a presença de Dom Cláudio entre nós porque nós nascemos durante a época em que era arcebispo de São Paulo e ele nos acolheu muito bem. É para nós uma honra e uma alegria muito grande contar com sua presença justamente na data em que comemora seus 50 anos de padre”, comentou Padre João.

São Paulo, Brasil (3/08/2008).- (TV Arautos). O Cardeal Dom Cláudio Hummes, Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero e arcebispo emérito de São Paulo, celebrou hoje na capital paulista 50 anos de sua ordenação sacerdotal.

Com a Catedral Metropolitana repleta de fiéis, e com a assistência de mais de 20 arcebispos e bispos, a liturgia de ação de graças contou com a presença do arcebispo metropolitano Cardeal Dom Odilo Scherer, que sucedeu Dom Hummes no governo da arquidiocese.

Entre os eclesiásticos se destacavam o arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno de Assis, que assistiu na qualidade de presidente do Celam (Conselho do Episcopado Latino-americano) e do Cardeal Eusébio Oscar Scheid, arcebispo do Rio de Janeiro. Também participaram a totalidade dos bispos auxiliares desta arquidiocese, uma das três maiores do mundo, com seis milhões de católicos. Encontravam-se, além do mais, numerosos movimentos, congregações, comunidades, delegações paroquiais e membros de outros credos, tanto cristãos como não cristãos.

Por parte das autoridades do governo, estiveram presentes os representantes do Presidente da República e do governador do Estado de São Paulo, além da presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Nas palavras de boas-vindas o Cardeal Scherer destacou os frutíferos 50 anos de sacerdócio do Cardeal Hummes ao serviço da Igreja, desde sua ordenação em 3 de agosto de 1958 na diocese de Divinópolis, no Estado de Minas Gerais, ingressando na Ordem Franciscana, até haver chegado ao cardinalato e de estar à frente da Congregação para o Clero.

Na continuação foi lida uma mensagem do Papa Bento XVI. Nesta saudação o Santo Padre fez referência ao empenho do Cardeal Hummes no desenvolvimento de seu trabalho pastoral. Insistiu nos reconhecimentos feitos pelos Papas Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI. “Os padres, os leigos e até os meninos descobriam seus espírito franciscano para levar o Evangelho a todos, utilizando os mais modernos meios”, escreveu o Santo Padre. O Sumo Pontífice recordou também os trabalhos que atualmente desenvolve o Cardeal Hummes na Congregação para o Clero e os demais dicastérios da cúria romana. Conclui a mensagem enviando sua bênção apostólica.

Durante a homilia, o Cardeal Hummes explicou que ao cumprir 50 anos de sacerdócio se pode dizer com propriedade que se trata de um Jubileu. E para ilustrar o sentido de um jubileu remontou à época do Antigo Testamento, quando o povo judeu os celebrava de acordo com a Lei Mosaica, a cada 50 anos. Esse ano era chamado de ano santo.

“Era tempo de renovar os compromissos de aliança e de pedir perdão a Deus e ao próximo por dívidas, pelas ofensas e pelas infidelidades”, disse o purpurado.

“Para todos nós e para mim este jubileu significa louvar a Deus por este grande dom que me deu e que na realidade se traduz em servir. Quero me unir à Santíssima Virgem, que quando visitou a sua prima Santa Isabel cantou o Magnificat, que significa ‘Só Deus é grande’.”

No transcurso destes 50 anos de sacerdócio e como pastor o Cardeal Hummes passou também por numerosas contrariedades e dificuldades: “Deus foi generoso todos estes anos. Porém essas cruzes que são aceitas por amor de Deus são também um motivo de felicidade”.

Recordando que este domingo a Igreja celebra o Dia do Sacerdote, concluiu: “hoje mais do que nunca rezo pelos sacerdotes. Tenho sob minha responsabilidade 407 mil sacerdotes do mundo inteiro. Lamentavelmente, há um pequeníssimo número deles que comentem erros. Porém 98% são pessoas dignas que se dedicam incansavelmente e gastam suas vidas pelo povo e por Deus. A sociedade depende muito dos sacerdotes, que são aqueles que, diariamente, conduzem as pessoas a Jesus Cristo. São eles que se dedicam ao pastoreio e convocam os fiéis aos sacramentos, sobretudo à Eucaristia.”

Você não ficaria profundamente entristecido se tirassem à Virgem Mãe Aparecida o título de Padroeira do Brasil?
É claro que sim! Nossa Senhora Aparecida está no coração de todos os brasileiros. É a Ela que recorremos nas horas de dificuldade e a Ela dirigimos nosso reconhecimento nos momentos de alegria.
Seria, mesmo, uma grande ingratidão para com a Mãe de Deus que o Brasil deixasse de tê-la como Mãe e Padroeira. Não é verdade que até nos sentiríamos órfãos? Mas é o que está a ponto de acontecer, se você não atuar com rapidez.
Um projeto de lei (n. 2623/2007), de autoria do deputado Victorio Galli, que está tramitando na Câmara de Deputados, vai retirar a Nossa Senhora Aparecida o afetuoso título de Padroeira do Brasil, do qual todos nós nos orgulhamos.

Você vai permitir que isso aconteça?

Temos de defender a Padroeira do Brasil!
É preciso enviar, quanto antes, milhões de mensagens à Câmara de Deputadospedindo que esse infeliz projeto de lei não seja aprovado, por ofender a Mãe de Deus e ferir a fundo os sentimentos religiosos dos brasileiros.
Para fazer chegar sua mensagem à Câmara dos Deputados, basta clicar abaixo, no lugar indicado , e escrever seu nome e endereço de e-mail. Será enviado, imediatamente, um e-mail ao relator do projeto, deputado Atila Lira, manifestando seu desejo de que Nossa Senhora Aparecida continue sendo a Padroeira do Brasil.
Ajude a ampliar esta iniciativa enviando esta página a todos os seus amigos e conhecidos.

Clique aqui para enviar seu email
Copyright© Associação Católica Nossa Senhora de Fátima 2008.

Um novo site sobre o Pe. João Clá Dias está no ar. Visite www.joaocladias.org.br

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.